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Danilo Mendonça da Costa

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Danilo Mendonça da Costa
Comentário · há 5 anos
Não esqueçam do fato de que não só agora como anos atrás, para quem acompanha as notícias, está havendo denúncias e mais denúncias de má gestão do dinheiro público por parte do governo, ou seja, o governo também não é grande protetor do trabalhador e nem tão pouco usa o que dele recebe para beneficiá-lo. Senão, como se justifica esses descontos tão altos que são feitos na hora de pagar os direitos trabalhistas de um empregado? E a mudança abrupta das regras de direitos trabalhistas, como: seguro-desemprego, pensão por morte? Por que não há uma preocupação em melhor distribuir o dinheiro mais para quem realmente trabalha, do que ficar usando para pagar regalias para os políticos, tais como, por exemplo: pensões por já ter sido governador; aumento de salários em valores absurdamente altos (e que se se beneficia dele é quem vota nesse aumento); auxílio paletó; auxílio moradia; auxílio viagem; pensões vitalícias, etc; o que, totalizando, chega ao bilhão? (http://www.transparencia.org.br/docs/parlamentos.pdf). Então, de nada adianta imaginarmos que o governo poderia fazer melhor uso do que recebe tanto de empregador quanto de empregado, se o interesse dele está mais voltado para si próprio do que para seu povo, o que se aproxima e muito de um verdadeiro sistema de colonização, no qual só quem detém as riquezas, regalias, são os colonos (nesses caso os políticos). É importante se combater a exploração do empregador em cima do empregado? Sim. Mas também é necessário um governo realmente justo que não brinca de gerir seu dinheiro, nem se preocupa mais em se manter no poder ao invés de melhorar o país, talvez assim condutas como essa de exploração seriam realmente combatidas e até deixassem de existir.
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Danilo Mendonça da Costa
Comentário · há 5 anos
Uma pequena correção quanto ao aviso prévio, se ele for proporcional (válido a partir de contratos de trabalho celebrados ao tempo da vigência da lei 12.506/2011), ele será de 30 dias para empregados que tenham até um ano na mesma empresa, ou seja, o até quer dizer que mesmo antes de 1 ano você pode ter os 30 dias, caso contrário, no artigo da lei 12.506/2011 constaria a partir de 1 ano e não até 1 ano, como está realmente nesse referido artigo. Isso é corroborado pela nota técnica nº 184/2012 do MTE, no tocante ao quadro demonstrativo nela apresentado.

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